segunda-feira, 5 de julho de 2010

A CRIANÇA NUMA SOCIEDADE DECADENTE - 7 (continuação da postagem do dia 22 de junho)


1) NÃO HÁ VERDADE (postagem dia 09 de junho)

2) NÃO HÁ AMOR (postagem dia 22 de junho)

3) NÃO HÁ CONHECIMENTO DE DEUS (postagem dia 05 de julho)
Embora se use tanto o nome de Deus, isto é feito de uma maneira tola e vã, a despeito do mandamento claro da Palavra de Deus: “Não tomarás o nome do Senhor, teu Deus, em vão, porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão” (Êxodo 20:7).

O maior desrespeito para com Deus se observa na prática da idolatria, embora o Senhor seja tão categórico em Sua Palavra: “Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não as adorarás, nem lhes darás culto; porque eu sou o Senhor, teu Deus, o Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem e faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos” (Êxodo 20:3-6).

Há inúmeros conceitos de Deus que são totalmente inadequados, por estarem em oposição à Sua Palavra:
* o politeísmo (muitos deuses, cada qual personificando elementos da natureza, tais como o sol, a lua, a fertilidade, o amor, o poder, etc);
* o enoteísmo (um deus que age em nosso favor, mas que não nega que talvez existam outros deuses, cuja ação e autoridade são exercidas em outras esferas);
* o teísmo (simplesmente se crê em sua existência);
* o deísmo (Deus está ausente do universo que ele mesmo criou e não tem interesse nele);
* o panteísmo (a natureza inteira é parte integrante de Deus);
* o ateísmo (não há provas da existência de Deus);
* o agnosticismo (talvez Deus exista, talvez não);
* o ceticismo (é impossível saber sobre Deus);
* sem falar de tantos que imaginam que Deus seja igual a si próprios, como lemos da solene advertência feita pelo Senhor: “pensavas que eu era teu igual” (Salmo 50:21).

Escrevendo sua carta aos crentes da cidade de Corinto, o apóstolo Paulo assim se expressou, no capítulo 15, versículos 33 e 34: “Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes. Tornai-vos à sobriedade, como é justo, e não pequeis; porque alguns ainda não têm conhecimento de Deus; isto digo para vergonha vossa.”

Nada pode ser mais saudável para quem trabalha com as crianças, do que ajudá-las a conhecer quem é Deus, não meramente o conhecimento intelectual da pessoa de Deus e de Seus atributos maravilhosos, mas de experimentar na vida diária como é precioso ter comunhão com Ele e adquirir experiências que nos levem a dizer como Jó: “Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te vêem. Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza” (Jó 42:5,6).

Numa época de decadência como esta, “o povo que conhece ao seu Deus se tornará forte e ativo” (Daniel 11:32).

As crianças, a próxima geração que está diante de nós, precisam conhecer:
1) Que Deus se revela a Si mesmo, pela Criação, pela Providência, pela Palavra e através de Jesus Cristo – Salmo 19:l-4; Atos 14:17; 2 Timóteo 3:16; João 14:9 e 17:3.
2) Que o nome de Deus precisa ser temido e reverenciado. Há ensino precioso no estudo dos nomes de Deus:
*Altíssimo (Sl 18:13);
* Deus dos deuses (Dt 10:17);
* Deus que vê (Gn 16:13);
* Deus Vivo (Dt 5:26);
* Escudo (Sl 3:3);
* Eu Sou (Êx 3:14);
* Força (Sl 22:19);
* Justo (Sl 7:9);
* Libertador (Sl 18:2);
* Salvador (Is 43:3);
* o Senhor que provê (Gn 22:8,14);
* o Senhor, minha bandeira (Êx 17:15);
* o Senhor é paz (Jz 6:24);
* o Senhor é nossa justiça (Jr 23:6) e tantos outros textos reveladores da grandeza de Deus.
3) Que os atributos de Deus nos revelam sua Personalidade:
* Amor (1 Jo 4:8);
* Bondade (Sl 100:5);
* Longanimidade (2 Pe 3:9);
* Retidão (Sl 92:15);
* Sabedoria (Rm 11:33);
* Santidade (Is 6:3);
* Verdade (Sl 31:5) e tantas outras verdades preciosas.
4) Que Deus está no controle de todas as cousas:
* Sua Eternidade (Sl 90:1,2);
* Sua Onisciência (Sl 139:1-6);
* Sua Onipresença (Sl 139:7-12);
* Sua Onipotência (Sl 139:13-15; Gn 1 e 2; Ef 1:19,20);
* Sua Soberania (Rm 9:20).

Uma das ênfases nos programas de treinamento da APEC é que, ao preparar uma lição para as crianças, baseada numa história da Bíblia, o professor ressalte o atributo de Deus que está evidente no texto.

O povo da época de Oséias chegou até a dizer: “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor” (Oséias 6:3), mas isto foi apenas em palavras e não em realidade, ao ponto de o Senhor ter dito: “Que te farei, ó Efraim? Que te farei, ó Judá? Porque o vosso amor é como a nuvem da manhã e como o orvalho da madrugada, que cedo passa” (Oséias 6:4).

Como era instável o desejo do povo em buscar o Senhor!

O seu amor era como o orvalho da madrugada, um amor desvanecente, passageiro, e sem qualquer valor.

Como é comum ter palavras certas e boas e uma ação completamente inadequada!

Isaías, contemporâneo de Oséias, e que foi profeta para o reino de Judá, registrou estas palavras, da parte do Senhor: “Este povo se aproxima de mim e com a sua boca e com os seus lábios me honra, mas o seu coração está longe de mim, e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens, que maquinalmente aprendeu” (Isaías 29:13).

É preciso saber fazer a diferença:
* entre o ritualismo religioso e a proclamação da verdade;
* entre o formalismo oco e a verdadeira comunhão espiritual com Deus;
* entre o “ôba-ôba” dos louvores retumbantes e a humildade daquele que se curva diante da santidade de Deus;
* entre a aparência de um culto cerimonioso e solene e aquele que se humilha arrependido diante de Deus;
* entre a religião de aparência, hipócrita e aquele que tão-somente se aproxima de Deus através de Cristo Jesus.

O povo daquela época gostava de oferecer sacrifícios a Deus. (Isaías 1:11-17; Amós 5:21-24; Miquéias 6:6-8.)

Será que as pessoas ofereciam estes holocaustos e sacrifícios na expectativa de conseguir favores da parte do Senhor?

Hoje, a situação não é muito diferente.

No entanto, o que Deus quer é que se tenha conhecimento dEle: “Pois misericórdia quero, e não sacrifício, e o conhecimento de Deus, mais do que holocaustos” (Oséias 6:6).

Senhor, dá-nos uma geração que Te conheça de verdade, não somente de palavras que maquinalmente aprendeu!

Gilberto Celeti

(continua...)

terça-feira, 22 de junho de 2010

A CRIANÇA NUMA SOCIEDADE DECADENTE - 6 (continuação da postagem do dia 09 de junho)


OS SINAIS DE DECADÊNCIA DE UMA SOCIEDADE:

1) NÃO HÁ VERDADE (postagem anterior)

2) NÃO HÁ AMOR — Quando examinamos o texto de 1 Coríntios 13:4-7 - “O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta”, não é difícil constatar que esta virtude está ausente numa sociedade como a nossa, mostrando assim o quanto ela é decadente.

Em 2 Timóteo 3:1-5 vê-se claramente que esta falta de amor é uma característica de tempos de decadência: “Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus, tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. Foge também destes.

Nunca se viu uma época na qual se busca tanto o prazer e o deleite, a qualquer custo. Parece que o que interessa é conseguir a felicidade a qualquer preço e evitar a dor e o sofrimento, não importa como.

Nessa busca, até desenfreada, pelo prazer, há uma demonstração muito grande de egoísmo. Vemos pessoas que só são capazes de fazer uma coisa se for para alcançarem os seus desejos e finalidades pessoais.

A gentileza, a brandura, a benignidade, os laços fraternos de amizade, de confiança, de afeição sincera e de boa vontade, desaparecem rapidamente. O que se observa, cada vez mais freqüentemente, é a rispidez, o pouco caso com as pessoas, a violência, a arrogância e o atrevimento. Não se respeitam as pessoas.

A própria palavra amor foi distorcida. Para muitos, está associada à pornografia, à prostituição, à malícia, ao adultério, ao sexo tão-somente.

Uma criança que recebeu a Cristo como seu Salvador Pessoal, precisa crescer, conhecendo também a respeito do verdadeiro amor:

1) Que é fruto do Espírito Santo – Romanos 5:5; Gálatas 5:22.

2) Que é prova de que somos do Senhor – 1 João 4:7.

3) Que nada é maior do que o amor – 1 Coríntios 13:13.

4) Que o amor elimina o medo – 1 João 4:18.

5) Que o amor é indestrutível – Cantares 8:7.

6) Que o amor não pratica o mal contra o próximo – Romanos 13:10.

7) Que é mandamento de Jesus que nos amemos – João 15:12,13.

Orientar uma criança, para que viva de forma a demonstrar amor, é orientar para que seja uma “missionária” por onde quer que ande. Num mundo de ódio, de egoísmo e de carência do perdão não há mensagem maior do que a mensagem do Evangelho. “ A seara, na verdade, é grande, mas os trabalhadores são poucos” (Mateus 9:37).

Vale a pena envolver a criança com a obra missionária mundial, contar-lhe histórias a respeito de homens e mulheres que demonstraram o seu amor ao Senhor e às almas perdidas indo até aos confins da terra.

Vale a pena desafiar a criança para que entregue sua vida ao Senhor, para servi-lO de tempo integral. Quantas vezes somos culpados de incentivar o egoísmo e de preparar a criança apenas para que possa amanhã ser bem sucedida nos negócios, no emprego, nas posses, etc. Será que estamos dispostos a entregar nossos filhos para serem obreiros?


continua...

quarta-feira, 9 de junho de 2010

A CRIANÇA NUMA SOCIEDADE DECADENTE - 5 (continuação da postagem do dia 28 de maio)


OS SINAIS DE DECADÊNCIA DE UMA SOCIEDADE

1) NÃO HÁ VERDADE — O que caracterizava o povo na época de Oséias era a falta de fidelidade, de firmeza, de certeza, de estabilidade, de honradez.
O que se via era uma vida moral frouxa e inconsistente.
Ninguém ficava incomodado em falar mentiras, violar as promessas ou deixar de lado suas responsabilidades éticas.
Os valores ficaram distorcidos e perdeu-se a capacidade de distinguir entre o certo e o errado.
Nos dias atuais, a expressão mais em uso é: tudo é relativo.
Nada pode ser considerado como absolutamente certo ou errado, absolutamente bom ou mau, absolutamente justo ou injusto, e assim por diante.
Perdeu-se a noção da verdade absoluta.
A “moda” é dizer que o que é verdade para você pode não ser verdade para mim.
Ninguém pode dizer o que é certo ou errado.
Cada um deve decidir esta questão por si mesmo, segundo a sua própria maneira de pensar.
As pessoas estão tomando decisões, escolhendo o que lhes parece o melhor num determinado momento e circunstância, de acordo com o que acham ou pensam, sem a preocupação de verificar se o que decidem ou fazem está dentro de um padrão verdadeiro.
Na verdade, acabaram-se os padrões.
Ninguém quer compreender e muito menos aceitar a verdade absoluta – aquela que é verdade para todas as pessoas, em todas as épocas e em todos os lugares.
Sendo assim, a mentira é justificada, o engano de colar numa prova é aceito sem problema, o roubo pode ser necessário para resolver uma situação difícil, as falsidades podem trazer um benefício e assim o pecado é disfarçado.
Vivemos uma época de engano.
Falta o amor à verdade.
A atitude de Pilatos, perguntando a Jesus: “Que é a verdade?” (João 18:38), para logo em seguida virar-lhe as costas, ilustra a atitude desta geração decadente.
Numa época assim, precisamos preparar as novas gerações, alertando quanto ao perigo do relativismo e firmando-as nos absolutos eternos que estão na Palavra de Deus.
Uma criança salva precisa “crescer na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” (2 Pedro 3:18), e isto envolve que ela conheça:
1) Que Deus é o Deus da verdade – Deuteronômio 32:4; Salmo 31:5.
2) Que Jesus Cristo é a verdade – João 7:18; João 14:6.
3) Que Cristo estava cheio da verdade – João 1:14.
4) Que Cristo falou a verdade – João 8:45-47.
5) Que o Espírito Santo é o Espírito da verdade – João 14:17.
6) Que o Espírito Santo guia a toda a verdade – João 16:13.
7) Que a Palavra de Deus é a verdade – Daniel 10:21; João 17:17.

Na verdade, só uma criança regenerada pelo Espírito Santo é que terá condições de:
1) Adorar a Deus na verdade – João 4:24; Salmo 145:18.
2) Servir a Deus na verdade – Josué 24:14; 1 Samuel 12:24.
3) Andar diante de Deus na verdade – 1 Reis 2:3; 2 Reis 20:3; 2 João 4.
4) Estimar a verdade como preciosa – Provérbios 23:23.
5) Alegrar-se na verdade – 1 Coríntios 13:6.
6) Falar a verdade – Zacarias 8:16; Efésios 4:25.
7) Meditar sobre a verdade – Filipenses 4:8.
Uma criança salva precisa ser firmada na Autoridade das Escrituras e conhecer que o primeiro e o principal ataque do inimigo sempre é em relação à veracidade da Palavra de Deus.
Lembremos da astúcia da serpente, ao enganar Eva: “É assim que Deus disse?... é certo que não morrereis” (Gênesis 3:1,4).
Ao ser tentado pelo diabo, Jesus obteve vitória por se firmar na autoridade da Bíblia: “Está escrito!” foi a sua resposta.
Sim, a Bíblia é absolutamente verdadeira, pelas próprias afirmações que faz de si mesma, pelo testemunho de Jesus Cristo, pelas profecias cumpridas literalmente, pelas vidas que têm sido transformadas pela sua mensagem, etc.
Jesus falou muito bem: “Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão” (Mateus 24:35).
É bom lembrar também que “o aparecimento do iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais, e prodígios da mentira, e com todo engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos.
É por este motivo, pois, que Deus lhes manda a operação do erro, para darem crédito à mentira, a fim de serem julgados todos quantos não deram crédito à verdade; antes, pelo contrário, deleitaram-se com a injustiça” (2 Tessalonicenses 2:9-12).

CONTINUA...

sexta-feira, 28 de maio de 2010

A CRIANÇA NUMA SOCIEDADE DECADENTE - 4 (continuação da postagem do dia 15 de maio)


Ouvi a palavra do SENHOR, vós, filhos de Israel; porque o SENHOR tem uma contenda com os habitantes da terra; porque nela não há verdade, nem amor, nem conhecimento de Deus”. (Oseías 4.1)

É o capítulo quatro de Oséias que estamos considerando nesta série de mensagens sobre este tema. Eis a 4ª mensagem:

O Senhor Jesus Cristo teve, certa ocasião, uma contenda com os seus discípulos, porque estes impediam que as crianças se aproximassem dEle.

Jesus chegou a ficar indignado e dirigiu-lhes então a seguinte palavra: “Deixai vir a mim os pequeninos, não os embaraceis, porque dos tais é o reino de Deus. Em verdade vos digo: Quem não receber o reino de Deus como uma criança de maneira nenhuma entrará nele” (Marcos 10:14,15).

Embora se possa provar, sem sombra de dúvidas, que:

86% dos atuais cristãos receberam a Cristo quando ainda eram crianças, antes dos 15 anos de idade, contra

10% que o fizeram dos 15 aos 30 anos; e que só

4% tomaram esta decisão após os 30 anos;

mesmo assim se coloca muito tropeço impedindo as crianças de virem a Cristo.

Lamentavelmente, não há visão e nem interesse em compartilhar o Evangelho com as crianças.

A grande maioria dos trabalhos com as crianças se resumem em contar historinhas, cantar musiquinhas, fazer oraçõezinhas, preparar programinhas, sem nenhuma preocupação em mostrar a realidade do pecado e como uma criança pode receber a Cristo como seu Salvador Pessoal.

Este quadro precisa mudar u r g e n t e m e n t e !

O problema, na verdade, é teológico. Há uma teologia deficiente quando se trata das crianças. Não existem duas teologias, uma para adultos e outra para crianças. Há, isto sim, uma linguagem mais apropriada para o adulto e outra mais apropriada para a criança, mas não se pode esconder da criança a verdade do Evangelho.

É preciso levar a criança a se reconciliar com Deus, reconhecendo que é pecadora, buscando o perdão e confiando no sacrifício de Cristo realizado na cruz do Calvário, pois “o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado” (1 João 1:7).

E uma vez que a criança recebe a Cristo como seu Salvador Pessoal, apropriando-se, assim, da salvação, ela precisa também conhecer:

· Que a salvação é eterna (segurança) – João 10:28,29; 1 João 5:11,12.

Sim, a contenda foi eliminada completamente na cruz. “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” (Romanos 8:1).

(continua...)

domingo, 23 de maio de 2010

ORE PELA ÁFRICA DE 25 DE MAIO A 16 DE JUNHO




Você sabia que o dia 25 de maio é o DIA DA ÁFRICA?

No dia 25 de maio do ano 2000 o Brasil emitiu um selo com o valor de R$ 1,10 com figuras de instrumentos africanos.


Em 2003 foi a África do Sul que emitiu um selo comemorativo.

Você sabia que o dia 16 de junho é o DIA DA CRIANÇA AFRICANA?

O que podemos fazer pela ÁFRICA?

O R A R!


25 DE MAIO é o dia da ÁFRICA e

16 DE JUNHO é o dia da CRIANÇA AFRICANA

As crianças africanas vivem com privações:

Físicas – higiene, saúde, alimentação...

Emocionais – conflitos tribais, guerras e revoluções constantes...

Sociais – exploração de mão de obra infantil...

Intelectuais – analfabetismo...

Espirituais – a idolatria, o animismo, o islamismo...

Os piores países do mundo para a criança viver estão na África, segundo a ONU.

Vamos dedicar o período que vai de 25 de maio até 16 de junho para orar em favor da criança africana!



COMO ORAR?

1. Separe um período de seu tempo para orar pelos assuntos alistados neste boletim.

2. Aproveite momentos de oração antes das refeições para incluir estes assuntos.

3. Envolva pelo menos um companheiro de oração neste período, durante 10 minutos: “Em verdade também vos digo que, se dois dentre vós, sobre a terra, concordarem a respeito de qualquer cousa que, porventura, pedirem, ser-lhes-á concedida por meu Pai, que está nos céus” (Mateus 18:19).

4. Promova neste período reuniões específicas de oração em sua casa ou em sua igreja.


PELO QUE ORAR?

1. Bendizer ao Senhor pelo fato verdadeiro que serão salvos, por toda a eternidade, pessoas “de toda tribo, língua, povo e nação” (Apocalipse 5:9b).

2. Orar em favor da evangelização e discipulado das crianças dos países africanos.

3. Orar em favor das igrejas evangélicas, organizações missionárias e líderes africanos, fiéis ao Senhor, para que sejam usados poderosamente na obra do Senhor.

4. Orar pelas autoridades governamentais, para que as portas estejam abertas para a pregação do evangelho.

5. Orar pela paz nas nações africanas.

6. Orar para que, no alcance das crianças, surja uma nova geração no continente africano, que ame ao Senhor Jesus.


7. Orar para que o avanço do animismo e do islamismo na África seja interrompido.

8. Louvar ao Senhor pela existência da Aliança Pró Evangelização das Crianças – APEC (MISSÃO DA JANELA 0 X 14) no continente africano. O ministério ali está dividido em três regiões: África Oriental e Central; África Ocidental e África Austral. Alguns países do norte da África estão na região chamada Oriente Médio.

9. Orar pelos países e obreiros da APEC no continente africano.

Cada país necessita de:

a) Finanças para o desenvolvimento o trabalho;

b) Pessoas voluntárias com disposição para cooperar;

c) Estratégias para um maior alcance das crianças.

Cada obreiro necessita de:

a) Sabedoria para conduzir o trabalho;

b) Santidade para agradar ao Senhor;

c) Sustento para as necessidades diárias;

d) Saúde física, emocional, mental e espiritual.

Abaixo veja os nomes dos diretores de cada região, dos diretores da APEC em cada país, a quantidade de obreiros e os países onde ainda há falta de obreiros:

A. África Oriental e Central – Joseph e Grace Kavuli, que residem em Nairobi, no Quênia, são os diretores para esta região.

Os países onde há trabalho da APEC são: Burundi (Gustave Nduwayo, sua esposa e mais 3 obreiros); Etiópia (Wondwossen Mitek, sua esposa e mais 3 obreiros); Quênia (Peter Kilungu, sua esposa e mais 39 obreiros); República Democrática do Congo (Mwembo Makaba, sua esposa e mais 11 obreiros), Ruanda (Icyishaka Sezibera e sua esposa); Sudão (Pamela Martinez mais 1 obreiro); Tanzânia (Christina Mwambo e mais 3 obreiros) e Uganda (Stephen Musisi, sua esposa e mais 12 obreiros).

Total de obreiros na região: 87

Países ainda sem obreiros: Djibuti, Eritréia, e Somália.


B. África Ocidental – Richard e Rebecca Acquaye, que residem em Accra, em Gana, são os diretores para esta região.

Os países onde há trabalho da APEC são: Benin (Ephraim Seignon, sua esposa e mais 8 obreiros); Burkina Fasso (Jonathan Lankoande, sua esposa e mais 11 obreiros); Camarões (Nkeh Fred Achondo, sua esposa e mais 24 obreiros); Chade (Tourdjim Tando); Costa do Marfim (Kalou Amborise e mais 13 obreiro), Gâmbia (Paul Rog e sua esposa); Gana (Frank Otchere, sua esposa e mais 50 obreiros); Libéria (Leaid Zeyoe, sua esposa e mais 6 obreiros); Mali (Mama Josias Sacko, sua esposa e mais 2 obreiros); Níger (Bernardette Adahou, seu esposo e mais 2 obreiros)); Nigéria (Jona Kolo Tsado e mais 46 obreiros); República Centro - Africana (François Koayakongo e mais 3 obreiros); Senegal (Demba Sene); Serra Leoa (Eileen Inácia Armartey e mais 1 obreiro) e Togo (Theresa Llorente e mais 1 obreiro).
Total de obreiros na região: 194

Países ainda sem obreiros: Cabo Verde, Congo, Gabão, Guiné-Bissau, Guiné-Conacri, Guiné Equatorial, Mauritânia, São Tomé e Príncipe.

C. África Austral – Frik e Amanda van Rensburg, que residem em Klerksdorp, na África do Sul, são os diretores para esta região.

Os países onde há trabalho da APEC são: África do Sul (David van Heerden, sua esposa e mais 30 obreiros); Angola (José Leonardo Sitongua e mais 5 obreiros); Botsuana (Reuben Akormedie e mais 1 obreiro); Madagascar (Diavalona Andrianarijaona, sua esposa e mais 7 obreiros); Malavi (Stephen Mupata, sua esposa e mais 9 obreiros); Ilhas Maurício (Pauline Kut Lin Loong e seu esposo); Ilhas Reunião (Nina Harivelo Ralambondrainy); Moçambique (Jossefa Ngomane, sua esposa e mais 17 obreiros); Namíbia (Kobus Barnard, sua esposa e mais 15 obreiros); Seychelles (Daisy Pazoca), Suazilândia (Saint Sibusiso Dlamini); Zâmbia (Joyce Kaoma e mais 8 obreiros) e Zimbábue (Edmund Nkala, sua esposa e mais 4 obreiros).

Total de obreiros na região: 115

Países ainda sem obreiros: Comores, Lesoto


D. Os países do norte da ÁFRICA: Argélia, Egito, Líbia, Marrocos, Saara Ocidental e Tunísia, estão sob a direção do Diretor da Região do Oriente Médio, Vassilios Constantinidis e sua esposa Ilona.

a) Ore pela realização do Instituto de Liderança Internacional nos meses de agosto a novembro, deste ano, no Brasil, sob a coordenação do Pr. Vassilios.

b) Ore pela proteção nas viagens dos candidatos, pelos professores, pelo suprimento de todas as necessidades, pelo retorno destes alunos como obreiros de tempo integral, especialmente para estes países no norte da África.

Orar pelo Projeto “Crianças da África Portuguesa para Cristo” que a APEC do Brasil realiza desde 1996, com o apoio das orações e das ofertas de irmãos e igrejas. Dos cinco países africanos que falam a língua portuguesa, só Angola e Moçambique têm o trabalho da APEC. Os seus obreiros são nacionais e foram capacitados através do ILMC - Instituto de Liderança para o Ministério com Crianças.
Orar em favor dos objetivos do Projeto “Crianças da África Portuguesa para Cristo”:

a) Desafiar líderes e igrejas africanas para a importância da evangelização das crianças,

b) Treinar professores para este ministério,

c) Equipar as igrejas com literatura bíblica, evangelística e ilustrada,

d) Realizar os mais variados ministérios com as crianças africanas, com especial destaque para as Classes de Cinco Dias e Classes de Boas Novas.

e) Capacitar líderes para serem obreiros de tempo integral, da APEC, em seus próprios países.

f) Estabelecer a APEC nos três países africanos de fala portuguesa, que ainda não foram abertos: Cabo Verde, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe.

10. Orar pela vinda de líderes dos países da África Portuguesa para o Brasil a fim de participarem do ILMC – Instituto de Liderança para o Ministério com Crianças, em regime de internato na Sede da APEC no município de Mairiporã-SP, nos meses de janeiro a março de 2011. Isto inclui:

a) Viagem do missionário Gilberto Celeti, superintendente nacional da APEC, no mês de Setembro para estar pelo menos três dias em cada país, com o seguinte itinerário: Moçambique, Angola, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde e Guiné-Bissau. Estas visitas serão especialmente para manter contatos com os candidatos que deverão ser apoiados para virem se preparar no Brasil e retornarem como obreiros em seus países;
b) Necessidade financeira para patrocinar a viagem e a estadia dos candidatos africanos. O alvo é trazer de 10 a 15 líderes, cerca de 2 a 3 líderes de cada um dos países que serão visitados. Ore para que o Senhor incline pessoas e igrejas para investirem e patrocinarem estes líderes que trabalharão com a APEC ao retornarem aos seus países.

11. Orar especificamente para que o Senhor dê Sabedoria, Sustento, Santidade e Saúde para os obreiros da APEC – ANGOLA: Cecília Lucinga Bonifácio, Evalina Teodoro Castro, Inocêncio Norton Julio, Isaac Bondo Ferraz e sua esposa e José Leonardo Sitongua (diretor nacional).

12. Orar especificamente para que o Senhor dê Sabedoria, Sustento, Santidade e Saúde para os obreiros da APEC – MOÇAMBIQUE: Alexandre Sitoé e sua esposa, Alfredo Joaquim Mabunda, Angelino de Jesus e sua esposa Flora, Anselmo Vasco Bombe, Augusto Munando Mutene, Fátima Machivene, Gladessy Samuel, João Chano Domingos, Jossefa Ngomane (diretor nacional) e sua esposa, Julinho Julay Laquesse e sua esposa, Miquitaio Torres, Mouzinho Muchaia e sua esposa Haildelene, Natalino Gomes e Victor Sousa.

13. Orar pela entrada de obreiros e a abertura da APEC em Guiné-Bissau, que deverá ocorrer no mês de setembro. No final do Instituto de Liderança da APEC realizado em Guiné-Bissau, nos meses de julho a outubro de 2009, dentre os 25 alunos, muitos manifestaram o desejo de ingressar no trabalho da APEC:

a) Ore por aqueles que são pastores e esperam a chegada de um sucessor para poderem se dedicar de tempo completo ao ministério entre as crianças;

b) Ore por aqueles que são seminaristas e precisam completar o seu treinamento bíblico e teológico para então virem para a obra;

c) Ore por aqueles que estão disponíveis e precisam ter o apoio de suas igrejas e conseguir formar uma equipe de intercessores e mantenedores;

d) Ore para que Deus levante mantenedores para investir com suas ofertas no sustento dos novos obreiros guineenses;

e) Ore para que o Senhor confirme aqueles que deverão entrar no trabalho da APEC em Guiné-Bissau.


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